Flores de ódio

Esse fim de semana um maluco (literalmente) acertou a cara do Silvio Berlusconi, o presidente do Conselho de Ministros (é o primeiro-ministro, na prática), com uma cópia da Catedral de Milão. Ainda que o Berlusconi pudesse até merecer umas palmadas, não é assim que se deve agir. Aqui no Brasil, o Lula falou merda, literalmente, e ninguém pensou em pular pra cima do palanque e dar umas porradas nele.
Em alguns lugares do mundo, parece que estão cultivando ódio. Na Suíça, proíbem minaretes. Na França, pensa-se em fazer o mesmo, já proibíram os chadores para as mulheres muçulmanas. Nos Estados Unidos, sempre houve um bando de gente (e é em grande número) que não aceitaram a igualdade com os negros e agora enviam diariamente mensagens dizendo que vão matar o Obama. Nem vamos falar de Israel, há muito um poço sem fim de ódio.
Tem algo errado. Até um certo ponto, é necessário torcer para que em 2012 haja mesmo uma hecatombe para acabar com a maior parte da humanidade. Talvez os que sobrarem serão um pouco melhores e conseguirão dialogar. Se não conseguirem, talvez seja melhor acabar tudo e recomeçar de outra forma, pois do jeito que é dá medo deixar um mundo desses para nossos filhos.

Comentários

Unknown disse…
Era quasi meglio che gli sparassero, cosi diventava un mito come vuole, e noi ce ne liberiamo di quel cancro sociale che lui rappresenta e che purtroppo viene seguito da moltissima gente. Certo che la violenza é sbagliata e anchio la condano in tutti modi. Ma non se ne puo piu di quest'uomo.
Buon Natale
JK

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