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Mostrando postagens de dezembro, 2005

Balango

Putz, acabou o ano mais rápido de minha vida!! Ele mal começou e já está aí, nos seus estertores, declarando findos os seus trabalhos. Hora de fazer um balango do que passou e projetar algo para o ano que vem. O que passou? Mudei de profissão, casei, mudei de casa e ganhei dois filhos. Só não viajei para o exterior, mas finalmente conheci a Ilha do Mel, o único lugar onde o Paraná tem praias, e não litoral, que fica ridiculamente perto de onde moro, e para onde nunca tinha ido. O resumo é esse, tem bastante recheio, mas ele importa só para mim, para quem lê ele pareceria sem graça. O que acontecerá ano que vem? Sei lá, não tô nem um pouco preocupado com isso. Esse ano começou sem expectativas e terminou como terminou. Então, para o ano que vem, o único projeto é dar duro para ser feliz. E o que vier é lucro. FELIZ ANO NOVO!!!

Novos bárbaros

O termo bárbaro vem dos romanos e significa aqueles que moravam além dos confins do Império, um estrangeiro. Como eles tinham costumes diferentes dos romanos e os romanos se consideravam a única civilização que vale a pena, os bárbaros eram incivilizados. Ou seja, representavam tudo o que os romanos desprezavam. Hoje em dia costumamos chamar de bárbaros todos aqueles que não têm comportamentos civilizados. Normalmente se associa a palavra barbárie a segmentos bem específicos da população: pobres, membros de gangues, de torcidas organizadas, moradores de favelas, enfim, os que a esquerda chama de excluídos. Mas a barbárie está presente em todos os segmentos da sociedade. Vá a uma festa chique, pode ser no melhor local da cidade. Se a bebida acabar e depois voltar, você verá as pessoas se comportando como se aquela bebida fosse salvar as suas vidas. Veja um evento em que a comida é gratuita. Nobres senhores de terno e gravata disputando palmo a palmo o terreno em frente ao buffet...